Reciclar a mentalidade e os hábitos nosso de cada dia

O cotidiano moderno requer que se produza milhares de itens, dos mais diversos, todos os dias. Em larga e agressiva escala. Seguidos vem, toneladas de resíduos ao longo de todo o mundo.

Os resíduos sólidos urbanos, são o desafio de todos governantes, entidades e ativistas. São classificados, bem conhecidos e, em suas principais classes de materiais:

Matéria orgânica: Restos de comida, da sua preparação e limpeza;

Papel e papelão: Jornais, revistas, caixas e embalagens;

Plásticos: Garrafas, garrafões, frascos, potes e outras embalagens;

Vidro: Garrafas, frascos, copos;

Metais: Latas, equipamentos, utensílios;

Outros materiais: Roupas, óleos de cozinha e óleos de motor, resíduos de informática.

As primeiras iniciativas rondam a modificação dos hábitos de consumo. A grande oferta, apelo da mídia; estereótipos sociais aliados a aquisição de bens, serem atrelados a determinado status, sobrepôs as aquisições por necessidades, que ficaram em segundo plano.

O grande número de supérfluos, bens descartáveis ou descartados ainda em condições de uso, está contaminando o solo, o ar, os rios e até os oceanos.

A caótica situação global é fruto das nossas ações de consumo e modo de vida. Tudo que se produz, deriva de uma demanda, somos responsáveis e acabamos, coletivamente, financiando todos os desdobramentos das engrenagens das indústrias, seja de alimentos, vestuários e eletroeletrônicos, entre outras tantas. Que poluem, destroem, exploram pessoas, usam animais para testes, como matéria prima. Seria sempre em nome de uma necessidade; ou muitas vezes não é por uma frivolidade ou futilidade?!

A bandeira do consumo consciente e de rever a relação com os resíduos, o que realmente não pode mais estar no ciclo de vida útil e utilizável, é a reflexão e o exercício que propomos a sociedade.

As ações e intervenções estão sob diversas formas; pré-organizados e estruturação em tempo real. Em formatos pocket, intensivo, personalizado.

Eventos de formação, conscientização e mesmo e até intervenções lúdicas são direcionadas a todos; a sociedade em geral. Não limite de idade, posição social, político-partidária. Pessoas física, pessoa jurídica, cada qual tem a sua abordagem, linguagem e objetos e objetivos próprios.

Nossas ações, formação e interações une atividades práticas, teóricas e dinâmicas com o objetivo de promover a experimentação a reflexão e a troca de conhecimentos. Impactando diretamente os aspetos ambientais, sociais e principalmente o econômico.

A convicção de que esgotar os recursos do planeta, para atender vontade e as necessidades de sociedade nos modelos atuais é terminantemente perigoso para um futuro bem próximo. Itens como água potável, solos férteis e oceanos que nos forneçam alimentos sadios, já não são realidades em várias partes do mundo. A urgência de ações, poderá até não reverter muitos quadros ambientais, mas dar nos uma sobrevida maior cada vez maior. Umas das primeiras frentes é desmistificar a associação de crescimento e evolução econômica, viabilizando a ideologia da suficiência. Associada a ideia de crescimento e evolução da pessoa.

Nenhuma das propostas é isenta de teor pedagógico, assim como em todos os eventos há interação com algum tipo de resíduo solido, material descartado em condições de uso.

Os temas evocados são: alimentação, eletroeletrônico, vestuário, móveis e utensílios para o lar e demais descartes urbanos, com potencial de reutilização.

Apresentamos alguns dos projetos e, nos dispomos a iniciarmos novos, batendo ainda mais metas sustentáveis!

“A educação na sociedade, estão como coletivo e indivíduo. O coletivo não é a imagem do indivíduo, mas a busca de expressar as afinidades individuais que mantem os laços entre todos. A cultural, o conjunto de valores e princípios, é algo que nasce e se manifesta tanto em uma ponta como em outra.
Com a imersão humana no mundo virtual; a fusão de mentalidades, tem linhas tão tênues que, o indivíduo e a coletividade perdem suas qualificações e distinções. E impera a superficialidade, imediatismo, o descarte, o consumismo desenfreado, entre tantos distúrbios modernos que, seu enraizamento é cada vez mais crônico e precoce.
As Ações que buscam a reflexão e, o despertar do topor, em que as várias gerações vivem, muitas vezes parece um remar contra a maré. Mas que ano a ano, tem agregado novos, persistentes e entusiastas indivíduos que despertam e mudam.”
Andréia Cristina Rodrigues da Silva Gyorfi

Veja a seguir alguns dos Workshops:

Reduzir – Reutilizar – Reciclar –  São algumas das ações e hábitos sustentáveis