Recursos Finitos

RECURSOS NATURAIS ACABARÃO UM DIA …

O nosso planeta é composto em sua maior parte por água. Que são as mesmas desde seu surgimento, num ciclo ininterrupto.

Mas tanto dos oceanos, quanto no solo ela evapora, forma nuvens e precipita-se. Um ciclo que data de milhares de anos, como deduzem os cientistas.

As evoluções humanas, das quais ele mesmo tanto se vangloria, a partir da revolução industrial com as máquinas à carvão, madeira, e o uso dos combustíveis fósseis, gerou o vilão da Era Moderna, o dióxido de carbono ou gás carbônico (CO2).

A produção em grande escala dos “bens de consumo”, trouxe outros problemas, depois de descartados, a humanidade tem por todo o mundo montanhas de lixo, ao ar livre, nos aterros, que vão para os rios, lagos e por fim no oceano, em progressão geométrica.

O CO2 contamina o ar quando sua emissão não está em equilíbrio junto com o vapor d’água, metano e outros gases. Assim como os oceanos são uma grande esponja para o CO2.

A intervenção humana descaracterizou o seu papel primordial e sua influência da vida na terra. Plantações, árvores e fitoplanctons precisam dele no seu crescimento e devolvendo o oxigênio.

REVOLUÇÃO INDUSTRIAL

Há três séculos e meio/quatro séculos atrás, as necessidades e a realidade humanas traziam um estilo de vida, onde perduraríamos em harmonia, saúde e certamente a biodiversidade seria outra, muito mais rica se mantidos.

Mas a realidade da evolução humana seguiu do escambo, para produção de excedente, depois em série com o propósito de vender. O que a princípio era artesanal, manufaturado, passou a ter o auxilio das máquinas. E lá pelos meados do século XVI na Inglaterra, com as maquinas a carvão, a vapor. Começou um caminho de progresso sócio econômico. Houve um boom tecnológico nos séculos que seguiram.

Incontestáveis são os frutos desta evolução. Mas o homem não conseguiu nesse crescimento manter uma balança favorável. Ele depredou mais do construiu. Em meio as suas extrações de matéria prima na natureza, juntamente com os produtos oriundos delas, acumulou-se um numero incalculável de detritos dos mais variados.

As águas se dividem em:

  • Subterrâneas: que ocupam espaços no subsolo. Estima-se que tenha o volume de 100 vezes mais do que a de superfície.
  • Geleiras: concentra 70% da água doce do planeta. A maior encontra-se na Antártica. Forma-se nas regiões próximas aos pólos e no alto de picos e cordilheiras.
  • Lagos: podem surgir de afloramento de nascentes, acúmulo de água de chuva. Assim como pode ser de água doce ou salgada (os mares fechados são considerados lagos).
  • Mares: são as divisões dadas ao mar pela sua localização e qualificação (cor, composição química, concentração de sal, profundidade e temperatura), podendo ser classificados como abertos, continentais e fechados.
  • Rios: ao longo da história da humanidade, os grandes povos surgiram nas margens de seus leitos. Ao surgirem de pontos altos às águas seguem, pela força da gravidade, para os níveis mais baixos, aumentado e desembocando ou em outro rio, ou no mar.

Certamente á água é fonte primordial da vida, mas muitos usos, ao longo do tempo foram surgindo, para agricultura, moinhos de água faziam farinha.

A água e a luz solar são alguns dos fatores que desencadeiam a vida na Terra. Assim como ela, o Homem passou a usar dos recursos naturais a seu favor. Descobriu e dominou o fogo, cozinhou e fundiu os metais. Também o venta para se movimentar sobre as águas.

Os elementos, ou seja, as reações químicas. O vapor da água, que movimentava os motores.

PETRÓLEO

O petróleo vem sendo tratado como o vilão do mundo moderno. Mas como mero objeto de uso (mal) humano, reinou durante muito tempo como maior combustível e com a sua pluralidade de uso no cotidiano, do homem contemporâneo.

Divergem várias linhas, ao ser dado sua origem. A mais aceita é de que resulta de um caldo protéico (restos de animais e plantas), depositado em camadas, rasas ou profundas; em terra firme, ou nos mares, soterrados ao longo de milhares de anos resultou nesse produto que já é conhecido pelo homem há pelo menos seis mil anos.

Mas dentre todas as energias, nada se compara ao Petróleo, o mundo nunca mais foi o mesmo, literalmente. Essa matéria orgânica (encontrado no subsolo) que se formou a milhões de anos, junto ao outras energias, o gás natural, e o carvão mineral são recursos esgotáveis.

Há uma gama enorme de produtos oriundos do petróleo: plástico, gasolina, diesel, óleo para veículos, tecido e combustível para veículos, por exemplo.

Infelizmente tanto a água como o ar, sofrem com um produto indesejável, dos combustíveis fósseis: a grande emissão de CO2, entre outros.

O ar na sua camada de Ozônio começa a sofrer “buracos”, deixando entrar mais radiação solar e o aumento de temperatura.

O oceano ao absorver o CO2, torna-se ácido. Reagindo com a água, libera íons de hidrogênio que captura íons de carbonato, obtendo íons de bicarbonato.

O carbonato é essencial para organismos como corais, caramujos, estrelas do mar, etc. Segundo a equipe de pesquisa da Universidade Columbia, liderada por Barbel Hanish, a taxa sem precedentes, de nos últimos 300 milhões de anos.

Segundo o paleobotânico Scott Wing, o mundo já viveu esta situação no Eoceno, há 56 milhões de anos atrás. Eles demonstraram o evento de Evento Máximo Termal de Paleoceno – Eoceno (PETM) e duraram 150 mil anos, até o excesso de carbono fosse absorvido. Restando mudanças bruscas, na fauna e flora, animais, plantas e toda a biodiversidade mudaram, sumiram espécies, surgiram outras.

Uma estimativa negativa se continuar a ser como está até 2100, os níveis de carbonato estará em níveis que ameaçam a sobrevivência dos recifes.

O lixo também nos oceanos ameaça a vida marinha. O plástico vai agregando poluentes, orgânicos, persistentes e nocivos. Animais, tanto na água como em terra, confundem os resíduos com alimentos.

Nos lagos e rios também a contaminação é igual da água, os animais que consumimos certamente houve contato e contaminação.

A consciência ambiental e preservação são as únicas ferramentas para quebrar o ciclo nocivo.